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domingo, 22 de agosto de 2010

Teca

Atraz do teu corpo franzino
vejo a dor de não saber quem és, a que veio, para onde irás...
atraz do teu olhar carente
vejo sorrisos perdidos, opiniões fortes jogadas ao vento
como pedras nos vales escuros da tua loucura.
Quisera eu fazer sumir todas as tuas dores..
fazer valer pra ti mesma tua história...
Mas infelizmente sou apenas mais um fragmento perdido
na insensatez e crueldade da vida.
Para onde irás minha querida?
Onde será que teu sorriso irá brilhar
verdadeiro além de toda a dúvida?
É mesmo irônico
que o teu olhar atônito tente me mostrar...
para onde irá, para onde irei, para onde vamos????

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